quarta-feira, 9 de maio de 2018

BEIJO GAY EM NOVELA AINDA CAUSA ESPANTO?


Os atores Paulo Zulu e Eriberto Leão causaram nas redes sociais quando foi ao ar na novela O outro lado do paraíso mais um beijo gay nas novelas da TV Globo. Antigamente a agenda ainda contava, primeiro beijo gay das novelas, hoje a gente já até perdeu a conta, mas porque será que esse tipo de cena ainda causa tanto borburinho quando vai ao ar?

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segunda-feira, 30 de abril de 2018

CAPITULO 2 | O REENCONTRO COM O PEÃO RÚSTICO - MAMADA NO CARRO



CAPITULO 2 | O REENCONTRO COM O PEÃO RÚSTICO
(Clique aqui e leia o Capitulo 1)

Saí do carro, ele me deixou naquela praça frio da região central de São Paulo, ainda não sei descrever como eu me sentia, não sei se fui usado, se me deixei usar, se estava fascinado por aquela situação, me sentei num banco e respirei um pouco, mas não dava pra pensar muito, estava esquisito e amanhã era dia de trabalho para o gato borralheiro. Segui pra casa, subi as escadas daquele velho prédio com o pensamento a mil por hora. Abri a porta e nem liguei pra toda aquela bagunça, conheci um cara delicioso, bruto, que me tratou mal, mas me deixou louco. Deitei e dormir com aquela roupa e o cheiro do motel.

Já era dia seguinte quando acordei e percebi que estava excitado, e o pensamento logo veio com o tal peão, estava sentindo a sensação de que ele estava pensando em mim, mas foi pior, olhei para o relógio e percebi que eu estava atrasado, um pobre plebeu apaixonado, cheio de contas e atrasado, me aprontei em poucos minutos, mal tomei banho e me vesti, já estava saindo de casa para pegar o ônibus. Corri e para minha sorte quando cheguei no ponto ele estava chegando. Fiquei em pé dentro daquele coletivo já apertado numa manhã de quarta-feira, mas nem me importava, meu pensamento era no meu peão, será que ele estava pensando em mim? Será que ele tinha gostado da noite anterior? Será que iriamos nos ver? Como ele não me deu seu numero só me restava torcer pra que ele estivesse lá no horário marcado, e será que eu iria? Ele foi tão bruto comigo.

Cheguei no trabalho, era sorriso pra todo lado, acho que foi o dia em que melhor tratei os clientes em todos aqueles anos que eu estava ali, dei bom dia, sugestões, terei todas as dúvidas que podia, mas o tempo não passava, já tinha atendido inúmeros clientes e meu chegou o meio-dia, a tarde então foi uma tortura, mas em fim, chegou as 18:00h e eu enfim pude sair. Corri para o banheiro do shopping, me aprontei, me perfumei e corri feito um louco para o local onde ele me deixou e disse que me encontraria.

Cheguei rápido, 18:20h já estava eu lá sentado na frente do shopping sem na verdade saber se ele iria aparecer, as pessoas passavam, alguns eu conhecia do trabalho, já estava envergonhado daquela situação, o tempo foi passando, chegou as 19:00h e nada do peão, passou mais 5 minutos e eu não saia de lá e nada dele, mais 10 minutos e nada dele, chegou 19:30h e nada, continuei sentando, já estava certo de que quem nasce pra plebeu, vai ser sempre plebeu. Quando de repente passa a moça que trabalhou comigo aquela tarde e pergunta:

- Ainda ai?

- Sim, esperando um amigo – Respondi eu morrendo de vergonha.

Ela olhou pra mim com uma cara de riso e descrença e completou seguindo em frente.

- Sei...

Aquilo me bateu no peito como um gele, quando de repente ouço uma buzina louca “Fomfom!”. Olhei pra o outro lado da pista, era ele o meu peão me chamando:

- Bora? Vamos? O senhor tá atrasado! – Disse ele mais uma vez com aquela voz de macho.

Sai atravessando a rua feito um louco com o coração saindo pela boca, já excitado, com a alegria de uma criança que ganha o melhor vídeo game do mundo, mas se eu não tinha ganho um jogo, a coisa que eu iria brincar era muito boa.

Entrei no carro e para meu delírio o cheiro de suor de macho invadiu minhas narinas, um super misto de homem trabalhador, cheiro de cavalos, de roça e aquele homem com a voz grossa hoje mais falante que na noite anterior me perguntando como foi meu dia e eu respondi que foi bom, que trabalhei muito, quando prestou melhor atenção, ele estava dirigindo pelas ruas de São Paulo, todo suado e sujo, abrindo o zíper da calça, um jeans velho revestindo um par de pernas grossas, quando salta um cacetão pra fora e ele de forma mandona ordena:

- Vem macho, cai de boca logo aqui que “tô” sem tempo!

O cara bruto estava de volta, ainda fui questionar.

- Mas aqui na rua. Alguém pode ver!

- Vem, chupa logo essa porra fresco! Caralho!

Completamente intimidado, mas tarado por aquela rola eu me pus a chupar, era grande, grossa, tinha cheiro de suor e urina, mas tinha bolas grandes e uma cabeça maravilhosa, preenchia toda minha boca. Mamava muito, passava a língua e ele me humilhando, me chamando de viado, de fresco, me mandando chupar mais, quando o carro parava em algum sinal ele empurrava minha cabeça com toda força pra engolir todo aquele cacete, aquilo me deixava sem ar, quando menos esperei ele segurou minha cabeça de vez e inundou minha boca de porra, tentei sair, tirar minha cabeça daquele chafariz de porra, mas ele era bem mais forte que eu, bruto, me obrigando a engolir tudo. Fiquei envergonhado, me recoloquei no banco me sentindo humilhado mais uma vez, sei lá, era estranho. Ele então seguiu com o carro para o mesmo lugar que me deixou na noite anterior sem dizer uma palavra, eu pensava que aquela seria a noite dos sonhos, mas o cara só me usou, me humilhou, ele então estacionou o carro.

- Foi muito bom cara, você tem uma boca maravilhosa, me dá teu numero de telefone ai!

Aquilo não foi um pedido, foi uma ordem, ainda pensei em dar o numero errado, afinal, criei toda expectativa para aquela noite e nem gozei, o cara não pensou em mim um minuto, mas não sei porque eu dei o numero correto e ele falou.

- Massa, quando eu tiver afim, eu te ligo!

Fiquei pasmo olhando pra ele, sem saber o que dizer e já fora do carro, vi ele saindo sem olhar pra trás como se tivesse deixado ali um estranho, uma prostituta que ele usou e estava ali descartando. Foi pra casa desolado, cansado, frustrado, com vontade de chorar. Cheguei em casa, tudo bagunçado, roupas jogadas, roupa suja pra lavar, a solidão, a cama e no dia seguinte, mas um dia de trabalho.

CONTINUA...

quarta-feira, 11 de abril de 2018

CONTO ERÓTICO COM CLÉO PIRES | HISTÓRIAS INSPIRADAS EM SUPOSTAS TRANSAS DA FAMOSA ATRIZ



Fui atiçado por um leitor do blog a escrever um conto erótico inspirado na atriz, e agora cantora que já foi Cléo Pires e agora é só Cléo. Famosa por suas entrevistas polêmicas falando sobre suas supostas realizações sexuais. Que tal transformarmos em realidade?  O que vocês acham? Vou ao trabalho, em breve aqui no blog Contos de Banana... www.contosdebanana.blogspot.com

Foto: Revista VIP

quinta-feira, 5 de abril de 2018

TRANSANDO COM O PORTEIRO - DA PORTARIA PRA CAMA



História inspirada em um conto real e escrita por Senhor Banana
Instagram: @contosdebanana - Whats: (11)95301-9443

RIO DE JANEIRO, 2016

Moro no Rio de Janeiro, sou carioca da gema. Nasci, cresci, estudei e me tornei um pai de família aqui, cresci no bairro de Santa Tereza, numa família de classe média. Quando era criança não pensava muito em sacanagem, mas de vez em quando eu me via com meus amiguinhos procurando uma revista de mulher pelada para tentar me masturbar. O tempo passou e eu comecei a namorar com Lucinha, foi minha primeira e única namorada,, conheci aos 15 anos e já estamos juntos a 25 anos. Sou pai de três meninas que as amo muito, são hoje a razão da minha vida.

Os meus desejos por homens começaram um pouco tarde, já no meu atual emprego, conheci alguns caras casados que curtiam uma boa sacanagem, com homem ou com mulher. Sempre rolava algum tipo de sacanagem quando nosso empresa nos mandava para algum treinamento ou congresso pelo Brasil. Aquelas coisas de dormir em hotéis, longe de casa, bebendo, quando ouvia dizer que parecia que alguém tinha comido alguém em tal viagem, mas tudo era abafado, ninguém queria se indispor na empresa, sendo divulgador de fofocas ou até responsabilizado por acabar um casamento e causar uma demissão, mas foi assim que eu conheci o sabor dos homens.

Sempre trai a Lucinha, na maioria das vezes com mulheres, sempre na sexta-feira depois que saia do trabalho ou nas viagens da empresa como disse anteriormente, mas com o tempo comecei a sentir mais desejos por homens, mas sempre tive medo de me expor, não usava aplicativos, mas quando podia eu entrava em bate-papos na internet, foi assim que eu conheci o Reinaldo, um cara também casado, advogado e trabalhava no centro do Rio, lá ele tinha um apartamento que ele usava apenas para sexo. Reinaldo era moreno claro, cerca de 1,90m, estilo surfista, era um rato de praia e só me enviava fotos de sunga. Era um cara muito gostoso e pelas fotos tinha um volume muito grande.

Depois de umas três semana de conversa por telefones, um dia conseguimos marcar para nos encontrarmos, marcamos no centro do rio, num local discreto, onde nós nos encontraríamos e seguiríamos para o seu apartamento.

Hora marcada, encontrei o Reinaldo e era um cara maduro, mais bonito do que eu esperava, forte, sarado, másculo, um homem bem cuidado e bonito. Ele também gostou de mim, ainda tomamos um suco na lanchonete onde nos encontramos antes de ir para o local, mas Reinaldo disse que não estava aguentando e queria me comer o mais rápido possível.

Fomos então para o apartamento, quando entramos na recepção, era um local discreto, mas acho que o porteiro sabia de alguma coisa, me olhou com certa indiferença ao me ver chegar com o Reinaldo, mas ninguém disse nada de entramos. Pegamos o elevador e minha calça parecia que iria rasgar, já que o que ela guardava parecia que ia estoura, mas entramos no apartamento, Reinaldo logo me deu um beijão na boca, me jogou no sofá e saltou em cima de mim, ele me abraçava de forma sedenta, era um homem macho, mas carinhoso, se comportava assim, depois de muitas caricias começamos a tirar a roupa, ai sim foi que vi como aquele homem era gostoso, um corpão bronzeado, poucos pelos, levemente torneado, peitoral lindo tudo isso numa sunga vermelho e um pacotão de entrada, não tinha como ficar parado, foi então que cai de boca naquela ferramenta, tinha cerca de uns 19cm, era grande, mas médio, nada muito grosso, o que achava melhor ainda para me penetrar, ele poderia colocar tudo, não iria me rasgar, mas queria chupar e chupei, chupei muito, depois de algum tempo ele mais uma vez me beijou e me pediu pra ficar de quatro, salivou todo o meu reto e mandou pra dentro todo aquele mastro delicioso, ele me chamava de putinha, de macho, coisas doidas, sempre carinhoso, até que não suportou e gozou muito na camisinha. Ainda conversamos um pouco enquanto nos vestíamos e nos beijávamos, já marcando o próximo encontro, até que fomos saindo.

Pegamos mais uma vez o elevador, antigo, não era um prédio novo e quando eu saí com o Reinaldo tive a certeza, o porteiro estava me olhando de forma diferente, uma cara de sacana tanto na entrada como na saída, mas fui embora, alguns dias se passaram, continuei em contato com o Reinaldo, mas com a cabeça no porteiro, algo me dizia que aquele macho curtia alguma coisa. Ele me chamou atenção, era um moreno forte, aqueles caras forte por natureza, braços grandes, estava com uma calça social apertada e eu tinha certeza, ali tinha uma coisa grande. Aquele cara não saia da minha cabeça, até que um dia sai mais cedo do trabalho e resolvi dar uma volta no centro da cidade, em especial no prédio para ver se encontrava o tal. Fui, estacionei perto, mesmo com medo de encontrar o Reinaldo, fui, chegando lá o mesmo não estava, foi dai que tive o primeiro problema, não sabia seu nome, mas inventei uma desculpa que tinha deixado algo com ele e eu perguntei ao porteiro que estava que horas eu poderia encontra-lo ali, minha resposta veio e foi satisfatória, naquele dia "meu porteiro" faria o turno da noite. Já estava na chuva, tinha que me molhar, liguei pra casa, disse a minha esposa que teríamos uma reunião e que iria chegar mais tarde. Ele nem se importou,, então, fui procurar uma lanchonete para passar o tempo.

Por volta das 19h, voltei ao prédio e para minha alegria, "meu moreno", estava lá vendo a TV e lendo um jornal distraidamente e perguntei:
- O Reinaldo está ai? - Perguntei
- Cara, cheguei agora a pouco, não o vi, mas se você quiser pode subir lá.
- Vou lá então!
- Precisa de ajuda? Aconteceu alguma coisa? Meu nome é Renato, eu vi quando você veio com ele dias atrás, eu me lembro, trabalho a noite aqui, se quiser alguma coisa, estou aqui!

O cara era muito simpático, e dessa vez pude reparar melhor no seu corpo, acho que ele tinha uns 45 anos, cerca de 1,80m e uns 90kg, forte de verdade, grande, mesmo no calça social dava pra ver que tinha um volume bem grande trancado ali dentro. E foi ai que me perdi, ou me achei, eu estava olhando mesmo.

Ele muito atencioso pediu pra ir lá em cima comigo, procurar o Reinaldo, fomos e até chegar a porta do Reinaldo, ele me falou que sabia que ele trazia sempre meninos para o apartamento, mas viu que eu era diferente, e me perguntou de cara limpa:

- Você curte sacanagem, cara?

Pensei e respondi: -Curto sim - Disse sem pensar

Fomos até lá falando sobre sexo, as putarias que ele via na rua e de outros moradores que traziam homens e mulheres para o prédio, foi nesse momento que eu comecei a notar que tinha alguma coisa estranha. O apartamento de Reinaldo era no oitavo andar e Seu Renato me convidou pra ir rapidinho ver um vazamento no terceiro. Quando estavamos no corredor ele me disse:

- Você tem uma bundinha muito bonita, o Reinaldo se deu bem.

Foi ai que descaradamente eu levei minha mão até o meio das suas pernas e disse:

- Quem se dá bem deve ser a senhora sua esposa com um mala dessas!

Para minha surpresa, já estava duro, foi quando ele disse:

- Quando eu vi você entrar, sabia que você queria rola e não é a noite do Reinaldo, mas essa é minha.

Ele estava com as chaves de um apartamento de alguém que estava viajando, mandou eu entrar rápido, disse que não tinha problemas deixar a portaria sem ninguém se a gente fosse rápido. Abriu então sua barguilha e tirou pra fora um pau maravilhoso, grande, grosso e com uma cabeça vermelha que parecia um desodorante. Joguei minhas mãos naquela jeba, peguei com jeito e comecei a bater uma punheta para ele, ele me olhando sedento. Eu louco para colocar aquela coisa grande, foi quando ele me mandou ajoelhar e chupar seu pau. Mamei aquela delícia por um bom tempo, queria que ele gozasse, a portaria estava só, e ele nem ai.

Renato disse que fazia tempos que não faziam um boquete nele e pedia pra chupar mais, passava a língua, chupava o saco e ele mais, até que gozou na minha cara, do nada!

Ele de forma educada ainda me pediu pra bater uma e gozar numa flanela que tinha na mão. Colocou a mão na minha bunda por dentro da minha calça, procurou meu anelzinho e me mandou bater uma punheta. Bate e em menos de 1 minutos já tinha gozado com aquele dedo áspero me invadindo.

Voltamos para a portaria, ele pegou meu numero e eu o dele, fui pra casa, dormir como não dormir a muitos dias e o tempo passou, na mesma semana o Renato me liga pra avisar que continua com as chaves do apartamento e que terá uma folga, pergunta se eu não quero ir lá passar um tempo com ele, eu disse que sim e no dia marcado eu foi. Quando cheguei no prédio, mais uma vez com medo de encontrar o Reinaldo, vejo outro porteiro, só que dessa vez não disse nada, sabia que o Renato estaria no terceiro andar e não disse nada.

Roubei uma calcinha bem cavadinha e uma blusinha apertadinha da minha esposa, coloquei uma camisa por cima para não dar bandeira. Paro na porta do apartamento e bato, ele abre a porta e dessa vez estava de cueca branca com um volume enorme, um peito forte cabeludo e com alguns cabelos grisalhos, uma barba por fazer e meio largado. Que macho era aquele? Que delicia. Fui entrando, empinando minha bunda, quando percebi que ele fechou a porta, fui descendo minha roupa para ele então poder ver que eu estava de calcinha, quando ele me viu, parecendo uma cdzinha, ficou mais louco que eu, se aproxima, e sem eu esperar, ele se aproxima de mim, e gruda meu bigode ao seu, me dando um beijo enorme, fiquei louco, completamente dominado e envolvido por aquela situação, dois homens machos, casados e sobe quatro paredes se apando. Ele me beijava e passava sua mão áspera sobe minha calcinha, apalpando minha bunda me chamava de gostoso, engolia minha língua e revesava com minha orelha, meu pescoço, onde ele mais pudesse alcançar. Tirou minha roupa, ficamos completamente pelados. Ele então, sentiu no sofá e me pediu:

- Desfila pra mim, depois empina esse bundão na minha cara.

Eu assim fiz, rebolei para aquele cara. Eu estava num local estranho, sem pensar em nada do que acontecia lá fora, esqueci da minha família e de tudo, naquele momento eu era a puta daquele macho.

Ele se masturbava no sofá cama e me pediu - Vem e me beija - eu fui, e como bons namorados nos amamos, quando ele me pós de bruços sobe aqueles lenços cheirosos, empinou minha bunda, abriu minha pernas, salivou e carinhosamente meteu toda aquela ferramente no meu rabo. Meteu muito e por muito tempo, Sentia sua leve barriga cabeluda em minhas costas, sentia seu hálito forte em meu ouvido e sentia seu cacete a me rasgar, mas não demorou, como estávamos com muito tesão ele gozou e eu também, gozei muito sentindo seu corpo sobre o meu, pesado, gostoso, um macho estava ali me abraçando e me amando. Aquela seria a primeira das três transas que tivemos naquele final de tarde e inicio de noite. Depois fui pra casa, e como se nada tivesse acontecido, tomei banho, dei beijos nas minhas filhas, na minha esposa, dormi e a vida continuou

Hoje o tempo passou, perdi o contato com o Renato e o Reinaldo, acho que eles ainda aprontando como os rapazinhos por ai, eu ainda faço algumas coisas, mas em número bem menor do que fiz um dia. Amo minha família, amo a vida que levo, não penso e não quero mudar, mas não posso dizer que sou infeliz. Apenas não deixei que os sentimentos me sufocassem ou estragassem minha vida.

História inspirada em um conto real e escrita por Senhor Banana
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Vem aí mais uma história real envolvendo um Porteiro safado!
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