quarta-feira, 24 de abril de 2013

PERDI MEU CABAÇO COM UM PEDREIRO | CONTO ERÓTICO #12




Desde novinho percebi que meu negócio era com macho e que desde criança ficava babando o corpo de meu pai e os de seus amigos. Eles eram pedreiros, então já viu, corpos queimados de sol, braços fortes, jeito macho e muito safados. Quem quiser pode nos seguir no Instagram: @ContosDeBanana e saiba dos nossos contos assim que são lançados:
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Quero contar agora como foi minha iniciação como putinho, viado de macho.

Apesar de meu pai não ter formação para pedreiro, trabalhava muito bem e era sério no que fazia, então logo se tornou empreiteiro ou pedreiro chefe, dependendo do tipo ou tamanho do serviço. Sempre acompanhei meu pai nos serviços que ele fazia, então tinha tempo de sobra para apreciar os exemplares de masculinidade que as construções escondiam.

Uma coisa que eu acabei viciando foi ficar olhando macho mijar. Sabe como é no meio da construção, só homem, sem banheiro por perto, vira e mexe alguém vai a algum cantinho e dá aquela mijada. Eu como não querendo nada, identificava o lugar que mais era procurado e ficava por perto, só esperando a vontade aparecer e alguém vir aliviar a bexiga. Não havia exibição ou segunda intenção dos caras, era tudo muito natural, apenas iam mijavam e guardavam o pau. Eu que ficava de tocaia e nem que fosse de longe ficava espiando. Como nunca dei pinta de ser viado, ninguém percebia meus olhares, era só uma criança brincando por perto, esperando seu pai para poder ir para casa.

É claro que logo comecei dar uma ajuda, carregando coisas e organizando ferramentas. Outra coisa que adorava era escutar as conversas, quase sempre regada a putaria. No começo eles evitavam certos comentários, mas logo se acostumaram com minha presença e como meu pai mesmo puxava conversas sobre putaria, eles foram tendo liberdade. Foi assim que desde menino já sabia o que era uma transa, boquete, punheta e todo o tipo de putaria. O que eu não aprendia só ouvindo a conversa deles, eu perguntava, pois minha liberdade com eles era grande e permitiam que eu entrasse na conversa. Meu pai na verdade adorava aquilo, pois achava que eu já novinho iria ser mestre em putaria e macho comedor. Que ilusão!!!! Rsrsrsrs. Logo fui apresentado às revistas de sacanagem, que vez por outra apareciam no campo de obras. Enquanto todos apreciavam os rabos, peitos e bucetas arreganhadas, eu desde a primeira vez, vidrava as picas e o músculos viris. Embora fosse evidente que também ali deviam ocorrer as punhetas, nunca consegui presenciar alguma, certamente para isso eles deviam se esconder e prestar atenção se não tinha ninguém por perto. 



Fui crescendo assim, vendo pau mijar, escutando conversa de putaria, apreciando os corpos dos pedreiros, vendo revista de sacanagem e aprendendo todo o tipo de putaria, só na teoria é claro, pois na prática não fazia nada, até punheta eu demorei para começar a bater, sei lá, não tinha curiosidade em saber como era, acho que meu pintinho veio com defeito de fabricação (rsrsrsr), nunca me deu muito tesão. Até começar entrar na adolescência, não pensava em fazer sexo ou me excitava pensando nisso, eu gostava era de ver. Ver os paus mijando, ver as revistas pornôs, ver as malas crescendo sob as calças dos homens quando a conversa descambava pra putaria. Sabia o que era viado, que eles como as mulheres, gostavam de homem, chupavam e davam o cu. Embora soubesse que eu era atraído pelo os homens, não me imaginava gay, nem em transar com algum. 

Foi com uns dez anos, que isso me ocorreu como uma possibilidade, e depois, como vontade e tesão. Como sempre estava na construção, vendo umas revistas, mas pela primeira vez, com algo diferente. Em uma delas havia uma trans, sendo enrabada. Eu sabia que aquilo acontecia, mas aquela imagem despertou o que estava adormecido em mim. Foi como um estalo, um passe de mágica. Pela primeira vez, senti vontade de fazer parte da cena que via. Estava curioso, será que era gostoso levar uma pica no cu? A imagem mostrava que sim, pois a trans ali estava com cara de puta tesuda e com o pau babando. Finalmente a curiosidade de além de ver as fotos e as conversas de sexo, mas também fazer, apareceu. Eu queria saber como era levar no cu e meu cu piscava por isso. Era estranho, de uma hora para outra eu tinha mudado. Agora além de ver as mijadas da obra, eu ficava imaginando qual tamanho a pica teria ao ficar dura e se caberia no meu cuzinho.

Nessa época comecei a dedar meu rabinho. O interessante é que não me masturbava, apenas dedava o cu. Era esquisito, meio incomodo, ardia um pouco, mas eu gostava. Até pensei em enfiar algo maior, mas tinha medo, só o dedinho já ardia muito. No entanto, um trabuco grosso e veiúdo eu queria.

Na escola, eu era o mais esperto de todos. Sabia e falava de putaria como ninguém. Como era fortinho, devido o meu tempo ajudando meu pai, era também mais alto que a maioria dos garotos e com postura bem despachada e viril, eu já despontava como um homenzinho, um macho em miniatura. As meninas já davam encima de mim e os meninos me achavam um comedor. Ali não era o lugar para minhas fantasias. Não tinha nenhum tesão nas meninas e nem nos corpos do meninos. Não me atraía, nem os adolescentes. Eu queria mesmo era um corpo de homem de verdade. Por isso, na escola eu falava de putaria, contava as histórias que eu ouvia, mas nem passava em minha cabeça em ter algum coleguinha como parceiro de transa. Tanto é que nunca fiz um troca-troca com algum deles, embora soubesse de comentários de vários que já faziam e de outros que só davam ou só comiam. Meu tesão era na obra, com homem viril, forte e macho. Passei quase três anos assim, querendo levar rola, mas tinha que ser de macho de verdade. Nas construções que ficava ajudando meu pai, no entanto, não aparecia oportunidade para isso. Pois meu pai sempre estava junto e todos me viam como criança ou então como macho em formação, sem qualquer possibilidade de ser putinha amante de rola. Mas o destino se encarrega de tudo.

Já tinha treze anos quando meu pai resolveu assumir duas obras ao mesmo tempo. Numa a rotina era durante a semana e na outra no fim de semana. A equipe de meu pai estava até bem grande, com 15 homens. A obra de fim de semana era oportunidade de um dinheirinho a mais e rápido, pois com tanta gente ajudando, em poucos fins de semana estava finalizada e o patrão pagaria bem, afinal seria para fazer só o acabamento, parte mais cara para o orçamento. Logo no segundo fim de semana, caiu uma chuva daquelas, com pancadas fortes e garoa o tempo todo. Meu pai resolveu iniciar então o reboco interno, assim não teríamos que ficar na chuva e dava para fazer tudo dentro da própria construção. Mesmo assim a coisa não andou bem. As paredes molhadas e o tempo muito úmido só atrasou as coisas. O trabalho com o reboco não rendia. Iniciamos um cômodo que mesmo ficando até tarde no domingo, ficou por terminar. Como meu pai não queria deixar para o próximo fim de semana, decidiu que no dia seguinte o Marcão e o Luiz iriam para lá em vez da outra obra e terminariam o cômodo, já que assim não prejudicaria tanto o andamento dos trabalhos durante a semana e adiantaria o que tinha por fazer aos fins de semana.

Como sempre no dia seguinte, levantei cedinho, iria para obra ajudar meu pai e depois de almoçar iria direto para escola. Já estávamos saindo, quando aparece o Luiz avisando que sua filha tinha passado mal durante a noite, estava de cama e não poderia ficar sozinha. Pediu o dia para meu pai, que não negou. No caminho para o serviço, fomos discutindo como resolver a situação. Era sacanagem deixar o Marcão sozinho, mas também era atraso demais tirar mais um pedreiro da outra obra. Como não tinha nada de importante no colégio, sugeri que eu poderia ficar o dia inteiro na obra e daí ajudar mais, possibilitando que alguém fosse trabalhar com o Marcão. Foi meu pai que sugeriu, então, que eu fosse ajudar o Marcão, pois o que tinha para fazer não era tão pesado, e o que o Marcão precisaria era mesmo mais um auxiliar do que um pedreiro. Aceitei de boa, pois gostava do Marcão que era super gente boa e seria bom passar o dia trabalhando com ele. Juro que não tinha nada em mente. Desviamos o caminho e meu pai me deixou em frente a obra, onde o Marcão já estava esperando. Meu pai nem conversou com ele, pois já estava atrasado, deixando-me a incumbência de explicar a situação. Marcão falou que eu só ia atrasar a vida dele, mostrando com seu jeito brincalhão, que não haveria problema algum.

O dia tinha amanhecido limpo e logo o sol apareceu, o que fez com que o serviço rendesse. Passamos a manhã inteira trabalhando num ritmo apressado ditado pelo Marcão. Eu, no entanto, já estava quebrado, pois sempre estava na obra, mas mais enrolava do que ajudava de fato. O Marcão percebendo isto, parou um pouco mais cedo do que o comum, para almoçarmos. Sem deixar de escapar a brincadeira de: “Vamo pará um pouco, que a donzela aí não tá aguentando o tranco” Mandei ele se fuder e fomos almoçar, claro que as piadinhas dele não pararam. Ele se divertia com a situação de eu realmente estar moído pelo trabalho. Ficamos um tempo além do comum, jogando conversa fora após o almoço. Ele então resolveu voltar o trabalho, falando que eu podia ficar tranquilo que ele dava conta do resto do trabalho sozinho. Insisti que dava conta do trabalho, coisa e tal, mas na verdade fazia muito pouco para ajudar, pois não estava aguentando de dor nos braços. Ele não se importou muito com isso e foi trabalhando, às vezes brincando por causa de minha demora e moleza para fazer alguma coisa. Aproveitei para ficar admirando aquele exemplar de homem. Pele bem morena de sol, cabelos negros com corte por fazer. Ombros largos, peitoral bem definido com poucos pelos entre os peitos que iam aumentando a medida que iam descendo por sua leve barrigazinha de cerveja, até se tornarem num verdadeiro matagal de pentelhos no caminho da felicidade. Assim como os braços, as pernas eram musculosas e muito peludas. Uns pelos muito negros e brilhantes por estarem molhados de suor. Ele só usava uma bermuda larga de tectel azul, que ficava caída ao meio de sua bundinha firme, coberta por uma cueca branca de elástico largo, já toda salpicada de cimento, assim como toda sua pele suada. As mãos eram enormes, com dedos muito cumpridos, em um deles uma aliança larga, comprovando que não escondia que era casado. Os pés também muito grandes, preenchiam um tênis surrado, pelo menos número 43. Aquilo era macho para não por defeito algum. Não sabia sua idade, mas devia ter uns trinta anos, não era muito alto, talvez 1,70m, pois era pouca coisa maior que eu na época. Hoje tenho 1,75m. Já o tinha visto mijar algumas vezes. Seu pau mole era pequeno, de pele morena e cabeça bem marcada, totalmente coberta pelo prepúcio, ainda sobrando uma grande quantidade de pele na frente. Quando ele terminava de mijar, fazia questão de puxar o prepúcio, revelando a cabecinha rosada e balançando bastando, certificando-se que não sobraria nenhuma gotinha de mijo para molhar a cueca.

Embora apreciando o cara e quase o comendo com os olhos, não pensava que algo poderia acontecer, mesmo que se eu pudesse escolher, ele seria o dono da minha bundinha. Eram umas três e meia quando ele deu o trabalho por encerrado, o dia realmente tinha rendido. Caí na besteira de falar que o nosso trabalho tinha sido rápido e ele não perdeu a oportunidade de brincar “É se eu tivesse um ajudante de verdade já estava em casa” “Que isso cara, trabalhei pra caralho!” Respondi, fingindo-me indignado, mas totalmente consciente que tinha feito muito pouco, principalmente durante a tarde. Ele retrucou “Eu ganhava mais se tivesse trazido minha mulher.” E deu uma gargalhada. “Ela aguenta mais o serviço!” Ri também, entrando na brincadeira. “Que é isso, eu acho que sou melhor que uma mulher” “Ih, o cara. Deixa alguém escutar isso. Vai virá gozação” E caiu na risada de novo. Só então percebi o fora que tinha dado, mas já era, a gozação já rolava solta.

O Marcão entre risadas, só disparava as provocações “Já pensou, eu falando que meu ajudante é melhor que mulher!” “Nem preciso de andaime, é só trepar no ajudante” “Já tô vendo, todo mundo falando que passei o dia comprovando que você é melhor que mulher” “As putinhas todas desesperadas, porque não tem como superar o ajudante” “Os orelha-seca tudo deixando as mulher, só por causa do ajudante” “Já pensou a peãozada fazendo fila pra ficar com o patrãozinho que é melhor que as mulher” “Todo mundo brigando pra experimentar, pra ver a diferença” Estava vermelho de vergonha, não sabia direito o que fazer, mas adorei imaginar a situação. Toda a peãozada atrás de mim.


Achei uma pena, pois o Marcão realmente falava tudo na maior naturalidade, ainda mexendo com algumas ferramentas, sem qualquer sinal de segundas intenções. Lembrei-me do ditado que toda brincadeira tem um fundo de verdade. Quis tirar a prova. “Caralho, cara, já tá bom. Até parece que você tá querendo experimentar!” Minha intenção era que soasse como zoação, mas não consegui tirar a seriedade do que falava. Ele finalmente me olhou diretamente. Tinha parado de rir. Seu olhar me analisava. Percebi que ele queria perceber o que eu queria com o que falei. Logo percebeu que eu não estava bravo com as brincadeiras, nem indignado com as insinuações, muito menos estava brincando. Vi no seu olhar que ele estava completamente confuso, realmente ele não tinha intenção alguma com suas brincadeiras. Eu podia emendar uma outra brincadeira e desviar qualquer mal entendido, mas corri os olhos pelo Marcão, um macho de verdade, corpo legal, ali todo suado, exalava a macho fudedor. Meu cu piscou. Eu queria ser viado. Eu queria perder o cabaço e queria que fosse com o Marcão. Então perguntei “Tá a fim de experimentar?” Ele continuou confuso e sem ação. Ele tinha brincadeira para tudo e resposta para tudo, mas estava mudo.

Já tinha ido até ali e não ia desistir. Perguntei novamente “Tá afim?” Pus um ar adocicado e provocante na voz. “Eu sou casado” Finalmente respondeu. Mostrava ainda confusão, dava para perceber que não conseguia pensar, pela surpresa da situação. Perguntei pela terceira vez “Tá afim?” Ele respondeu com o olhar mais sério, agora percebi que ele começava a reagir ao seu espanto inicial “Na boa, cara. Num curto não... Nem sabia que você era viado... Mas num rola não” Fiquei desconcertado. Veio uma vontade de chorar. Estava verde de vergonha e medo, tinha me revelado, e agora o que ia fazer? Ao mesmo tempo eu sentia algo por dentro, que impulsionava em tentar conquistar aquele macho. Era a primeira vez que lidava com o tesão por alguém. Controlei-me e fui adiante “Nunca fiz isso não. Nem sei se gosto. Mas com você eu faria” Ele deu um sorriso amarelo. Abriu a boca, mas logo desistiu do que ia falar. Eu tinha conseguido desconcerta-lo. Era minha chance. Com voz de charminho fui falando “Eu tenho vontade de fazer. A gente podia tentar. Só para saber como é. Com você eu faço” Ele voltou a me falar que era casado. Percebi que ele só estava tentando encontrar uma desculpa. Então continuei a pedir “Vai, vamo tentar. Eu não conto para ninguém. Eu queria que fosse com você. A gente nem fala nada disso depois. Só para eu matar a curiosidade. Vai. Vamo tentar. Vai?” Num sorrisinho, que ficava entre malícia e dúvida, ele perguntou “É cu virgem?” Acenei que sim, com uma cara de pidão. “Você é muito novinho...” Antes que ele argumentasse mais alguma coisa, cortei sua fala “Eu juro que não conto pra ninguém. Morre aqui. Eu juro.” “Vai doer. Você sabe, né?” Confirmei novamente. Ele continuou “Nem sei se vou ficá duro” De novo ele tentava achar uma desculpa. Pedi novamente “Vamo tentar. Vai!” “Você chupa?” Perguntou, ainda na defensiva, mas dando sinal de que avaliava a possibilidade. Fui sincero, sabia que naquele jogo de sedução era o melhor a fazer “Nunca fiz. Mas tô louquinho para provar seu pau.” “E se você virar viado por minha causa?” Tentava argumentar, mas agora já mostrava totalmente balançado em sua convicção. “Eu que quero. Eu que tô te pedindo. Você não tem culpa nenhuma, não. Eu juro que não conto para ninguém. Vai, vamo fazer? Diz que sim, vai?” Eu quase suplicava. Ele desviou seu olhar, não sabia o que dizer, mas também não negou.

Resolvi agir. Fui até ele e levei minha mão até sua bermuda, agarrando sua mala. Automaticamente ele segurou minha mão. Não deixava que eu continuasse, mas também não fazia menção de me afastar. Ele continuava a desviar o rosto sem olhar para mim. Tentei lembrar dos relatos que eu lia nas revistas de putaria, para tentar algo que o seduzisse de vez. Fui abaixando meu rosto e alcancei seu mamilo, dando uma chupada de leve. Ele deu uma fungada forte e soltou a minha mão. Comecei alisar seu saco, enquanto ia chupando e mordiscando seu peito. Tinha um gosto salgado, diferente mas excitava. Fui descendo minha língua seguindo o caminho de seu pelos. Ele gemia. Continuei a seguir conselhos que li nas revistas, pois estava dando certo. Fui beijando e lambendo aquela barriga peluda, sentindo o gosto do seu suor. Às vezes, um gosto amargo aparecia, resquício de um respingo de cimento do reboco, mas não deixava transparecer qualquer desagrado, queria mostrar que eu queria aquilo e estava adorando. Cheguei ao seu umbigo e dediquei um tempinho ali. Ele gemia ainda mais. Esboçou uma reação que me encheu de tesão. Agarrou minha cabeça e forçando-a para baixo. Não perdi tempo. Escorreguei minhas mãos para as laterais de seu corpo e aproveitando que sua bermuda era bem folgada, puxei de uma vez, junto com sua cueca, deixando-as aos seus pés. Desci minha boca pelo seu ventre e alcancei seu pau ainda mole, que abocanhei com vontade. Comecei a sugar e ir brincando com minha língua, com ele todo dentro da minha boca. Tinha um gosto forte, uma mistura de suor, mijo e o gosto característico de pau. O cheiro também era forte, de macho suado. Fiquei meio preocupado, pois nas revistas sempre escreviam que o homem estava com o pau duro de tesão ou então o pau endurecia instantaneamente ao sentir a boca o envolvendo. O Marcão continuava com o pau mole. Foi por pouco tempo. Logo o pau foi criando corpo, foi crescendo, inchando e endurecendo. Empolguei-me ao perceber que ele tinha um desses paus surpresa. Daqueles miudinhos, muchos e discretos quando flácidos, mas que se agigantam e surpreendem do tamanho que ganham quando em riste. Tanto é que nem conseguia abocanhá-lo mais. Era grosso, pesado, com uns 19cm bem medidos. Confesso que ele me enganou de fato, até fiquei com medo de ter chegado até ali, pois não esperava que ele fosse tão grande. Não sabia se aguentaria levar aquilo no cu. Só de lembrar o quanto ardia quando enfiava meu dedinho fininho, me subia um calafrio de medo de sentir aquilo tentando se alojar em mim.

Preferi nem pensar e só me concentrar na chupada. Fazia como eu via nas revistas. Chupava, lambia da base até a pontinha e ficava brincando com a linguinha bem no buraquinho da cabeça. Depois ia enfiando na boca até onde conseguia engolir. O Marcão gemia descompassadamente, mostrando-me que estava adorando como eu fazia. Então ele voltou a agarrar minha cabeça e começou um vai e vem com seu quadril, literalmente fudendo minha boquinha. Ele enfiava fundo na minha garganta, tentando colocar tudo dentro de minha boca, depois puxava até sentir sua cabecinha entre meu lábios. Só dava tempo de eu recuperar o fôlego, para então meter de novo, sufocando minha garganta. Estava adorando ser dominado assim. Ele então tirou o pau de minha boca, fazendo-me olhar para seu rosto que faiscava tesão. Mesmo tesão com que ele me perguntou “E aí, quer na bundinha?” Pra quem estava na dúvida se conseguiria, ele ficou safado rápido demais. Quem estava na dúvida, agora era eu. Então eu respondi “Vamos tentar. Põe a cabecinha, se doer a gente para. Daí eu chupo você” Ele não me enganou. “Se eu por a cabecinha é pra foder de verdade. Eu só vou parar de meter depois de encher sua bundinha de leite.” Tentei negociar, dizendo que queria tentar mas não sabia se aguentaria. Ele foi taxativo “Se você tá com medo, é melhor ficar só na chupada. Num se preocupa não, que eu vou gozar gostoso, adorei sua chupada. Mas se for para tentar no cu, é para ir até o fim. Sério, se eu meter no cu vai ser para arregaçar. Num tô afim de aguentar cu doce. Você decide ou dá ou não dá. Nada de ficar com chororô. E aí cê quer ou não quer dá a bundinha?” Balancei a cabeça, mostrando que queria, mas meu rosto não disfarçava a indecisão. Ele quis confirmar se eu queria mesmo. “Sério, cara. Se você não quiser, num pega nada. Não quero te machucar, nem forçar nada, mas se eu meter no seu cuzinho eu não vou parar, nem tirar. Você vai ter que aguentar até o fim. Certo?” “Entendi.” Respondi, mas ainda com incerteza na voz. “Se doer, se você chorar ou gritar, problema seu. Num vou para mesmo, viu? E aí, vai querer tentar?” Perguntou exigindo uma resposta mais convincente. “Mas desse jeito eu não vou aguentar. Eu pensei que você ia com carinho.” Argumentei, embora estivesse certo que eu ia dar. “Num vou com força, não. Num quero machucar. Só não vou parar. Se começar vai até o fim. Entendeu? Se você quiser, vou bem devagarinho, com calma. Fico paradinho até você acostumar, só não vou parar ou ficar na mão. Se eu meter, eu vou socar até gozar. Tá? Daí num tem volta. Então, num é só tentar. Você escolhe agora ou dá ou não dá. Num vai ter como parar no meio. Certo? E aí? Vai querer dá ou vai ficar só na chupada?” Achei que era um pouco de pressão, mas senti que podia confiar nele, afinal ele foi direto e sincero. Não respondi com palavras, mas com gestos.

Levantei-me, ao mesmo tempo que fui tirando minha camiseta. Abri minha bermuda e a deixei cair pelas minhas pernas. Fui abaixando minha cueca, enquanto fui virando de costas para o Marcão e fui ficando de quatro. Ainda olhei para trás, vendo ele de pé, apreciando meu corpo e vibrando com minha decisão. Pude ver ele cuspir umas três vezes na mão e ir espalhando em seu pau. Depois foi se abaixando, até alcançar minha bundinha, que ele agarrou firme com suas mãos, arreganhando as bandas, expondo meu cuzinho que piscava. “Delícia de cu.” Disse num suspiro de tesão. Deu uma cusparada certeira na minha olhota e já posicionou a pica. Travei automaticamente. Ele se debruçou sobre meu corpo, alcançando meu cangote, que ele mordiscou antes de sussurrar no meu ouvido “Relaxa, num tranca não... Ainda dá tempo de desistir... Num vou ficar bravo não.. e aí? Quer parar?” Minha respostar foi apenas fechar meus olhos, e numa reboladinha, forcei meu corpo para trás. A ponta do pau, encaixou de vez, já dando uma entradinha forçada no meu cuzinho. Escutei um “safado” cheio de tesão, enquanto sentir suas mãos agarrarem forte minhas ancas. “Relaxa. Faz força como se fosse cagar... num tranca não... deixa ele entrar...” Falava enquanto forçava seu quadril contra mim. Tentei obedecer. Fiz força para fora, permitindo que a penetração fosse iniciada. Tão logo a cabeça passou, a dor veio rasgando. Minha reação foi tentar sair, gritar e pedir já com lágrimas nos olhos “Ai, tira, tira, tira... Tá doendo. Ai, tira.” “Calma, calma. Relaxa” Ele pedia, sem se mexer, mas segurando-me forte, impedindo-me de fugir. Eu me contorcia, travando o cu, tentava sair, sem conseguir. Comecei a choramingar. Como não comovi o Marcão, comecei a gritar alto. “Tira! Tira! Tá doendo! Tira logo!” Não sei se foi por medo de alguém escutar meu gritos, eu foi por reação própria de macho dominador, mas ele soltou uma de suas mãos de meu quadril. Quando achei que ele ia me deixar sair de debaixo dele, sentir um tapão ardido na minha bunda “Cala boca viado! Avisei que não ia tirar! Agora aguenta a pica, vadia do caralho!” Aquilo me despertou do meu transe de desespero. Parei na hora. Então percebi, que a dor não era tão grande assim. Ela já tinha diminuído muito. Era mais medo da dor e não dor que eu tinha. Fiquei um pouco assim, sem reação alguma, me acostumando com a situação. Ele foi paciente, ficou imóvel, esperando. A dor foi passando de vez. Meu cu começou a reagir. Não trancava mais, mas piscava envolvendo aquela cabeça rombuda. Já sentia um início de tesão, mas com medo que a dor voltasse se ele se movesse, pedi: “Fica assim. Num aguento mais não. Goza assim. Num põe tudo não.” “Que é isso, viado. Eu avisei que ia arregaçar esse cuzinho. Relaxa, que fica gostoso. Num tranca não que ele entra gostoso. Fica com medo não, que se doer eu dou uma paradinha” Foi dizendo, enquanto dava uma forçadinha para o pau entrar mais. Não teve pressa. A cada gemidinha minha, ele parava e esperava eu voltar a relaxar para forçar mais um pouco. Acho que ele levou quase uns dez minutos, para atolar seu pau em mim, mas me arrepiei inteiro, quando ele num urro de tesão, quase como um grito de vitória anunciou “Entrou tudinho, viadinho da porra.” Começou então a rebolar, esfregando seus pentelhos em meu rego, ainda forçando sua pélvis contra minha bunda, ainda teimando em forçar a entrada, nem que fosse um milímetro apenas. A reboladinha foi se transformando e se ampliando, quando percebi já era um vai e vem, lento e gostoso. Sentia ainda uma ardência, um incômodo, mas nem sinal de dor. Vendo que eu aguentava bem, ele intensificou o movimento. Agora agarrado em minhas ancas, com as mãos também forçava meu corpo para frente e para trás, fazendo as estocadas ficarem ainda mais fortes e vigorosas. Eu gemia, gemia e gemia. Sinceramente, falando, fisicamente não era tão gostoso, era meio estranho, uma mistura de desconforto, de ardência, de vontade de cagar e de umas pequenas descargas que percorriam meu corpo. Mas algo era concreto.

O tesão. É indescritível o sentimento que senti, ao perceber que o motivo daquele macho estar descontrolado, agarrado em mim, estocando e forçando meu corpo contra seu caralho, gemendo alucinado, era eu. O tesão foi às alturas. O prazer surgiu. Agora poderia doer, arder, queimar ou o que quer que fosse, que eu gozaria junto com meu macho. Eu era dele e ele era meu. Rebolei, me esfreguei, me contorci, vibrei e gemi debaixo dele. Era uma cadela no cio e não decepcionei, tanto é que comecei a piscar meu cu, contraindo e relaxando meus músculos anais, quando percebi que ele desatou a me xingar, acelerando as estocadas, num ritmo frenético. Então numa arremetida, forte, lançou todo seu corpo sobre o meu, fazendo-me desmontar no chão. Agora estava totalmente imprensado entre o chão e seu corpo, completamente colado no meu corpo. Seu pau pulsava, duro como pedra, ainda mais inchado, atolando totalmente minha bundinha. “Viado, gostoso” quase gritou, para depois, ir gemendo e pouco depois, só ficar com a respiração descompassada em minha nuca. Ficamos assim, muito tempo. Ele saiu de dentro de mim, fazendo-se cair de costas ao meu lado. Pude ver, ele de olhos fechados, ainda ofegante. Seu pau ainda trincava de duro, melado de porra e um pouco de merda. Não me importei. Foi quase que natural para mim perceber que a primeira vez era assim. Sem premeditação, um curtindo o corpo do outro, sem disfarçar ou esconder qualquer coisa. Ele tinha comido um cu virgem e tinha que estar preparado para saber que isso podia acontecer. “E aí? Gostou cara?” Ele finalmente me perguntou. Sem dar tempo para minha resposta, já emendou “Tesão do caralho. Cê vai ter que me dá de novo!” Dei um sorrisinho safado, coroando o fim de nossa primeira transa “Adorei. Minha bundinha é sua. Pode comer quando quiser.” Ficamos um tempinho assim, trocando sorrisinhos cúmplices. Não havia mais nada a ser dito. Apenas nos levantamos. Nos lavamos rapidamente, usando o esguicho da obra. Arrumamos as coisas e fomos embora. Ele me acompanhou até o portão da minha casa, ainda em silêncio e apenas com um aceno de cabeça nos despedimos.

Um comentário:

  1. eu adorei eu coando dei a primera vez eu tinha só 10 anos mas foi pra o meu irmão de 14 anos e depois 3 dias dando pra ele eu dei pros amigos deles todo com mas de 14 eu adorava da dava todos dias ele tinha bastante amigos eu dava cadas dias pra uns

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