terça-feira, 16 de julho de 2013

DEI O CU PRO NEGÃO DO SITIO | CONTO #24

CONTO REAL: Quando tinha somente 15 anos. Tive uma experiencia inesquecível no sitio do meu avô, quando eu estava passando férias.

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Sempre fui diferente dos outros meninos do bairro. Gostava de ajudar nas tarefas de casa, em vez de jogar bola com os meus amigos. Não me interessava por meninas, mas admirava e sentia atração por homens mais velhos. Quando faziam xixi, perto de mim, eu ficava admirando os seu pintões. Eu ficava todo arrepiado e não sabia o que era aquilo que sentia. Eu tinha uma bundinha bem grande e redonda, o que chamava atenção quando eu estava de shorts. Gostava de me olhar no espelho do banheiro, e vestia também a calcinha da minha irmã mais velha, me sentindo uma menina. Gostava de ver as revistas masculinas, principalmente os membros dos homens que ali estavam fotografados.

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Nas férias escolares viajamos para o sitio do meu avô, pois lá tem rio, cavalos para pescar, enfim um paraíso. Chegando lá vi vários peões, mas tinha um negro que cuidava da roça, devia ter uns 30 anos, era muito forte, trabalhava sem camisa e vestia uma bermuda larga, com um volume assustador entre as pernas. Não dava para disfarçar meu olhar, eu já sentindo uma coceira estranha no meu cuzinho.

A roça era um pouco retirada e ele não despertava nenhuma preocupação, pois era um peão muito respeitador. E assim eu ficava todos os dias com ele. Conversávamos enquanto ele trabalhava, mas um dia, quando eu cheguei na roça, não o encontrei.Como estava calor, ele foi se refrescar no rio, eu fui ver ele. Quando chego na beira do rio, notei que as suas roupas estavam na margem, assim como a sua bermuda. Fiquei escondido, subi numa árvore para espiar, quase cai de susto quando ele saiu do rio, e pude ver balançando entre as suas pernas um pintão que eu jamais tinha visto. Era enorme e muito grosso. Dei um suspiro e como estava extasiado com aquela maravilha, quase que me denuncio. Ele se vestiu e foi embora, eu tremulo, desci da árvore. Estava com as pernas bambas pelo que eu vi.

No dia seguinte, eu fui ver o meu negão na roça e não cansava de olhar aquele volume. Eu disse que no dia anterior eu procurei e como não encontrei, fui até a beira do rio pra ver se ele estaria...

E ele: Você esteve lá? perguntou.

Eu disse sussurrando: Humhum!

O que você viu?

Eu todo vermelho, não respondia.

Você me viu nu não é?

Eu fiz com a cabeça que sim! e ele perguntou se gostei do que vi. Eu falei que sim! Ele chegou perto de mim, sentia o seu cheiro de macho, pegou a minha mão e colocou no seu cacete. Nossa! que grossura, a primeira vez que eu pegava num pintão daquele tamanho.Venha minha menininha,vamos entrar mais dentro do mato, quero que voce mame ele, voce vai gostar.Tirou aquela cobra negra para fora,e parecia maior do que tinha visto. Colocou na minha boca, nem cabia de tão grosso, mandou eu chupar.




Que delicia eu sentia o seu cacetão estava começando a ficar duro e grosso! Começou a ficar todo umido,pela minha saliva e meu cuzinho piscava sem eu saber porque. Foi quando ele disse que eu seria a sua mulherzinha nas férias, me tirou o short, e a minha bundinha grande ficou a sua disposição.Tnha um barranco, mandou eu ficar com as pernas bem abertas, quando pude sentir uma pressão terrível no meu cuzinho, gritei de dor,mas já era tarde, aquela cabeça foi me rasgando, me arrombando, eu chorava, mas aquele macho estava me iniciando na vida sexual,eu engolia todo aquele caçetão, não acreditava que eu estava realizando meu sonho de menininha, eu estava todo atolado, os movimentos foram ficando mais rapidos, meu cuzinho recebia até as bolas aquela maravilha. Depois de varias estocadas, fui brindado no meu cuzinho por um jato abundante do seu leite, parecia não terminar, tamanha era a quantidade que escorria e saia da minha bundinha.Quando ele tirou,o seu caçetão, senti um alivio, e quando olhei não estava acreditando que eu tinha engulido todo aquele pintão. Penei por minha ousadia, mas valeu a pena, pois daquele dia em diante meu cuzinho ficou muito guloso. Mas tinha as férias toda. Ainda vou contar para voces.

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