domingo, 1 de abril de 2018

TRANSANDO COM O CASEIRO NO SITIO, NO RIACHO, NO MATO, NA TERRA... | CONTO #19




Olá! Esse conto é baseado numa história real, relato de um amigo sobre o primeiro dia de um ano que começou animado, fotos do cara do sitio em anexo. 

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Era primeiro de janeiro e quando me decidi ir para a chácara que meu avó, Ela era uma herança que ele tinha me deixado e como não tinha nada pra fazer em casa, resolvi pegar as minhas coisas e seguir a estrada, entrei no carro e fui viajar curtir o dia de férias. Seriam mais ou menos 3h de viagem, mas queria curtir, então não via problema algum, logo ouvindo minhas músicas favoritas em bom e alto som, cheguei as minhas terras. Chegando la fui logo abrindo a casa para dar uma arejada e arrumei minhas coisas no lugar. Quando acabei de fazer as coisas estava muito cansado, então fui tomar um banho no riacho que ficava atrás da minha casa, só que para chegar la tinha que fazer uma trila, então fui logo me adiantando, antes que fosse tarde pra ir naquele dia.

Quando estava chegando na beirinha do riacho, já com os pés molhados ouvi um barulho dentro da mata, fiquei assustado e fui ver o que era. Me aproximando lembrei que tinha realmente uma casinha lá que morava o antigo caseiro e era mesmo, ficava no meio das arvores, comecei a indagar que poderia ser o caseiro, então cheguei mais perto para ver de quem era, fui quetinho, esteva me aproximando acho que da parta de traz da casa, parecia um quintal, já que tinha uma bacia daquelas antigas de alumínio com uma louça suja. Foi quando vi um Homem robusto, com peitos musculosos mas não de academia, era um misto de força e gordura, um cara parrudo ao natural, peludo na medida certa, era um tesão em pessoa, ele estava sentado em uma cadeira velha por incrível que pareça com o cacetão na mão. Fiquei ali olhando aquela cena super exitante, foi quando percebi que tinha que saber ao certo o que estava acontecendo e quem era aquela pessoa. Então sai quetinho, dei a volta no terreno até chegar em frente ao casebre, até que o chamei:


_Oi? Alguém em casa? 




Não demorou muito e ele veio todo assustado limpando a mão na bermuda e ainda sem camiseta. Disse bom dia e me apresentei, eu logo fui falando que meu avó era o dono da chácara e eu a tinha herdado, que tinha resolvido ir passar uns dias la, ai ele foi e disse que estava morando ali a pedido do meu pai, para tomar conta de tudo e manter tudo certinho, então ele foi e esticou a mão para aperta a minha, logo lembrei que ele estava se masturbando e aceitei aperta aquela mão que era de um macho safado, já tinha dado pra notar, além de tudo educado. A mão estava quente e suada e olhando firme nos meus olhos falou:

_Muito prazer, meu nome é Pedro e qual o nome do Senhor?

_Me chamo Paulo, mas não precisa me chamar de Senhor.

Pedi pra ele ficar a vontade que eu iria dar um mergulho no riacho. Ele disse que estava tudo certo e que depois me procurava para me colocar a par de tudo na chácara.


Me dirigi então ao riacho, pensando dessa vez naquele cara e nas muitas safadezas que poderíamos fazer ali, estávamos sozinhos, alias, achava que estava sozinho. Será que ele era casado, tinha alguma puta que iria ali vê-lo. Será que ele era um bandido que estava ali se escondendo. Precisava saber de tudo e ainda transar com aquele cara.


VOLTEI A MATA


Não consegui relaxar e resolvi voltar ao casebre e conversar com o Pedro. Quando cheguei de volta a casinha, parecia não ter ninguém, estava tudo em silêncio, então calado, fui dando a volta até que o encontrei mais uma vez no quintal, de bermuda até o joelho, sentado mais uma vez naquela cadeira antiga e com um pausão na mão, sem cerimonia, me aproximei e falei:


_Continua. Que delicia!


Ele se assustou...


_Que isso cara, dá não!


Ele tentou guardar o cacete e eu pedi...


_Continua vai? Sei que você tá na seca. - Coloquei uma cara de desejo.

_Você gosta? - Me olhou ainda mais safado e tirou o cacete pra fora.
_Gosto... - Disse isso e fui me aproximando.




Era um pau muito grande e gostoso de pegar, pedi então pra bater aquela punheta pra ele. Comecei a bater devagarinho até que comecei a passar a lingua bem devagar e bem putinha meiga. O que deixou o cara louco. Ele só me olhava, não sabia o que dizer, nem eu, muito menos ele esperavamos que uma situação daquelas podesse acontecer.


Passaram-se um 10 minutos. Parei de chupar, fiquei com medo.

_Não chega ninguém aqui? - Falei
_Que nada. Tava desempregado, gosto de uns tragos e meu velho não tem mais idade pra ficar no meio do mato, ele me traz comigo e meu fumo e to desempregado fico aqui pra ele. Seu tio o pagava direitinho e eles eram grandes amigos.

Fiquei com menos medo e continuei sem pensar duas vezes, me ajuelhei e retornei a pegar naquele tronco grosso e grande de dentro, ele agora de pé, chegou perto de mim e me perguntou:

_Eu sei que você quer e hoje o dia é nosso aqui sozinho!

_Quero sim, mas quero ele dentro de mim.

Num movimento muito rápido ele me puxou e me virou, me empurrou na parede do casebre, era uma situação estranho, cheiro forte de mato e suor daquele animal. Fiquei de quatro com as mãos na parede suja completamente entregue a ele. Ainda olhei para aquele cara rústico e prestes a me devorar. Ele arrancou minha bermuda, me deixando exposto, só de camiseta, colocou minhas pernas na cadeira, esfregou o seu peito cabeludo em minhas costas, mordeu minha orelha, com aquele cacetão imenso encontado na minha bunda e desceu beijando minhas costas ate chegar na minha bunda, tirou a lingua completamente pra fora da boca, abriu minhas nadegas e enterrou aquela lingua toda no meu reto. Eu pensei que iria explodir, estava pegando fogo. Aquilo era uma boca encontrolavel e eu no meio do mato podia gritar a vontade e gritava.


_Cachorro safado! - E dizia mais palavrões - Me faz de puta. Putinha... Me arromba!


Ele então enchei a mão de saliva, esfregou no meu buraquinho e sem dó foi enfiando aquele pau grande e grosso todo no meu cu. Não aguentei e soltei um gritão, misturado com tesão. Ele com aqueles braços fortes segurando meu quadril socava com mais força e o pau pra dentro do meu cu entrava e saia forte, sentia suas bolas batendo em mim. Como era gostoso e ele não gozava enquanto eu gozava sem tocar no meu cacetinho.


O homem era uma delicia, um macho completamente ao natural. Ele não cansavaa, não dava uma trégua. Parecia que não comia alguém fazia muito tempo, sedento por sexo. Foi quando comecei a relaxar mais e a sentir prazer como se estivesse nas nuvens, seu halito forte de macho na minha nuca me arrepiava mais e mais. Comecei a desfalecer. Gozei de vez como se fosse uma mulher. Era um gozo farto com o pau solto. Mas não queria que parasse.


Depois de um bom tempo, ele tirou o pau do meu cuzinho naquele momento arrombado, me puxou e se sentou na cadeira:


_Vem, senta aqui no me pau, de frente e me beija!


Sentei em cima do pau dele e chupei sua língua com poucas vezes beijei um cara. Nos abraçávamos e ele metia no meu cu. Seu pau ia cada vez mais fundo. Vi que ele estava delirando de tesão. Eu segurava em sua cabeça e gemia pra ele, sem parar, socava em seu pau, tudo aquilo estava uma delicia e o beijava, um beijo ardente, aquele beijo de línguas cruzadas, que boca gostosa. Nos abraçamos muito, ele então se levantou socando no meu cu e me beijando, não me largava um centímetro do seu corpo, me deitou naquele chão de capim e terra batida e me fudeu de frango assado. Aquele homem pesado em cima de mim já estava me levando a mais uma gozada. Estávamos ali parecendo dois amantes e eu era com certeza a puta. Seu imenso pau entrava e saia do meu cu, seu corpo jogava um suor de macho que caia sobre o meu e me deixava louco, enquanto ele fodia minha boca com sua língua deliciosa. Como era gostoso, até que inesperadamente eu senti meu cu ser inundado por muita gala. Aquele cara urrava, grunia feito um grande urso, pensei que meu cu fosse rasga, era muita gala, muita mesmo e ele desfaleceu por cima de mim.


Ficamos ali completamente suados, misto de suor, terra e capim, ele demorou a falar alguma coisa. Passou um tempo calado até que se jogou em cima de mim me dando um beijão na boca. Com o tempo seu pau já dava novo sinal de vida e ele já queria mais, quando falai:


_Tenha calma, estou chegando agora, serei todo seu, mas vamos fazer amor agora no riacho!


Ele se levantou, me estendeu a mão, me deu mais um beijo e disse:


_Vamos, sou todo seu!


...Passei quase um mês lá, fiz muito amor com aquele cara. Coisa que conto numa nova oportunidade, e até hoje ele está lá!


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